Lollapalooza 2013 – Parte 4

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QUEENS OF THE STONE AGE
O engraçado sobre o Queens of the Stone Age é que eles são muito melhores ao vivo do que em estúdio. Só que em estúdio eles já são bons pra caralho. Então calcula aí a expectativa que estava rolando no Jockey naquele sábado. Vou confessar que eu quase (quase!) não fui ver o Alabama Shakes pra garantir um lugar maravilhoso na grade do QOTSA, mas no fim até que valeu a pena etc pois Brittany Howard é foda, mas isso é papo pra outro texto. Agora vamos falar do melhor show do Lolla.

Meus medos naquele final de semana eram, na ordem: a) perder o ingresso; b) o QOTSA não tocar The Lost Art of Keeping a Secret; c) ser assaltado/estuprado/morto em São Paulo. Não só nada disso aconteceu como Lost Art foi a primeira música do show, e eu fiquei assim:


[Nota do Blog: para uma imagem mais honesta, clique aqui]

Josh Homme seguiu com No One Knows e pronto: foram minhas duas músicas favoritas e, em circunstâncias normais, eu já estaria morto. Mas num show do QOTSA a gente se segura e aguenta firme em favor das delícias que viriam a seguir (incluindo uma inédita, My God Is the Sun, que já tem versão de estúdio lançada). Um caralhão de hit seguiu e o show terminou com Songs for the Deaf e uma rodinha DIVINA com a participação da galera do Blog. Melhor show. Podia ter acabado ali.
(Felipe orrorRocha)

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THE BLACK KEYS

Era fim da apresentação maravilhousa da banda QOTSA, com muita agitação e roda punk (por que não também num festival hipster?). Estávamos acabados, cansados, arrazados, com fome, sede, sem ar, calor, e vontade de se mijar nas pernas, MAAAAAS firmes na causa de manter um lugar bom para ver a última banda da noite de sábado e uma das mais esperadas: THE BLACK KEYS!!

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O tweet mais awesome do festival.

Antes da apresentação, tivemos a surpresa da Heinekken (bocejo), que tirou quase 15 minutos da QOTSA pra fazer uma baladinha e acender os digivices que eles nos deram. Mega AF pra essa Raínequen. Cerveja free, que é bom, nada… Enfim, vamos ao que interessa. The black Keys era um dos shows mais esperados. Dan Auerbach e Patrick Camey, ao subirem ao palco, causaram animação à platéia, que já gritava CHAVES PRETAS, CHAVES PRETAS, CHAVES PRETAS, mas em inglês.

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Chegamos no galinheiro, gactas. Parem de gritar.

O show inicia com a música Howlin’ for you, cantada e pulada pela multidão. Em seguida, alternando entre sucessos do álbum Brothers e El Camino, continuaram com Next Girl, Run Right Back, Dead And Gone, Money Maker, Sinister Kid… Até músicas de álbuns mais antigos, como Thickfreakness. Entretanto, a comoção foi maior ao cantar Little Black Submarines, com uma admirável interpretação do Dan, mesclando entre o momento de balada da canção e os arranjos mais “pesados” da mesma com a sua guitarra, e com a platéia acompanhando em alto e bom tom.

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“liro blequi sumarines, rysos”

Pessoalmente, curti o show inteiro, mas senti falta de músicas como Sister e Unknow Brother. Desculpe, Dan, mas odiei a versão que fez pra Sinister Kid. Talvez a minha implicância por querer acompanhar a música e você não deixar, mas, assim, perdoada.

Por fim, a apresentação das Chaves pretas não foi considerada, num ponto de vista pessoal, como um dos melhores shows do festival. Esperava mais. Por outro lado, apesar da expectativa não ter sido contemplada ple-na-men-te, a banda fez com que a noite valesse a pena, fechando a programação de sábado com chaves pretas (tum-dum-tss!).
(Alexandre Cocoon Alves)

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