O Lado Bom da Vida

(Silver Linings Playbook, dir. David O. Russell)

Quando Datena fala mal dos ateus, ele está certíssimo. Não entendo como vocês podem ser ateus! Sério mesmo. Jennifer Lawrence é a prova que há algo de maior regendo esse mundo, e que de vez em quando resolve criar um ser que vai além de qualquer coisa já criada. Jennifer Lawrence TRANSCENDE.

QUERO IBAGENS DOS ATEUS DO SHITCHAT NA TELA!!!!!

QUERO IBAGENS DOS ATEUS DO SHITCHAT NA TELA!!!!!

E daí que ela está nesse delicioso O Lado Bom da Vida, que estreia hoje nos cinemas, mas que nós do Shitchat recebemos ingressos da cabine especial e assistimos numa sessão com ❤ Isabelinha Boscov <3, Rubens Ewald Filho (que passou a sessão inteira falando de QUÃO ENGRAÇADA INTELIGENTE DIVERTIDA é The Big Bang Theory) e Pablo Villaça, que ao ler o primeiro parágrafo do meu texto se despirocou e saiu do Twitter. Fica aqui nosso apelo: #VOLTA #PLABLO.

Enfim, é tudo mentira e nós assistimos a essa maravilha numa telinha medonha que de início me deixou meio preocupado com as possíveis shirtless que seriam devidamente pixelizadas. Mas quase ninguém tira a roupa nesse filme, o que é um desperdício se nós pensarmos que tem: ❤ J-Law rainha <3, Bradley Cooper (meh), Robert DeNiro e JACKI WEAVER VELHA GOSTOSAAAAAAA. Aliás, falar do elenco é lembrar que todos os quatro foram indicados ao oscar, feito este conquistado anteriormente por maravilhas como Quem Tem Medo de Virginia Woolf e Reds.

Quanto ao filme, eu até consigo entender quem não ache grandes coisas, porque se analisarmos mesmo, o filme tem grandes clichês de dramédias românticas, principalmente na última hora. Mas ao mesmo tempo, é tão fácil embarcar na história e se apaixonar perdidamente pela Jennifer Lawrence – boatos até que os gays do Shitchat estão tendo problemas com sua sexualidade por causa de Lawrencezinha – e se empolgar com tudo e achar os diálogos engraçados e tocantes.

as gays do Shitchat piram

as gays do Shitchat piram

O filme narra a vida de Pat Solitano, corno manso que despiroca quando chega em casa mais cedo e vê a mulher trepando no banheiro com um professor de história velho e feio (só pra causar aquela sensação incômoda de “MEU DEUS COMO ELA TROCOU O BRADLEY COOPER POR ISSOOOO” nas gays) ao som de sua música de casamento. O que acontece com Pat Solitano? Depois de espancar o velho, ele entra em colapso mental e vai para o hospício, onde passa oito meses até ser liberado. Mas desde o início do filme fica claro que Pat ainda não se recuperou totalmente, e voltar a falar com sua mulher se torna a sua obsessão. Morando com os pais, Sr. Solitano (Rober DeNiro, numa interpretação que justifica sua indicação ao Oscar), um velhinho camarada viciado em apostas e futebol americano e Dolores (Jacki Weaver, que também indicada ao Oscar é injustiçada por pouquíssimo tempo de tela), que comove pela sua tentativa de amenizar os problemas do filho. </3

E, sim, Bradley Cooper está bem pra caralho no filme *BOOOM*. Não é uma interpretação que seja lá digna de indicação ao Oscar, mas pode ser até mesmo um divisor de águas na carreira dele. Mas, quem rouba a cena no filme é Jennifer Lawrence como Tiffany, uma jovem viúva que encontrou no sexo fácil uma válvula de escape para amenizar seu sofrimento. E naquela máxima de “só um fodido entende outro”, é fácil a identificação entre ambos, que passam por aqueles momentos bonitinhos e insanos que culmina num final com direito a cenas de dança, comemorações por notas baixas, apostas duplas e cena final clichezíssima, mas que funciona. O melhor do filme certamente não é apenas a relação Pat-Tiffany, como também a relação pais e filho. E é claro que a melhor cena é a que mostra todos os personagens reunidos e discutindo na sala da casa dos Solitanos, mostrando o quão vulneráveis eles estão (seja Pat e Tiffany por seus problemas psicológicos, Sr. Solitano pelo seu vício em apostas ou Dolores, que não sabe lidar muito bem com tudo isso ao mesmo tempo) e que conseguem encontrar uma saída safadíssima para todos os problemas.

Mas nada tira de minha cabeça que o filme só teria a ganhar se no lugar de Pat Solitano, a Tiffany fosse par do JAMES VAN DER BEEK interpretando ELE MESMO ❤

RIP puta do 23

RIP puta do 23

E se com todos os clichês o filme ainda consegue ser bom assim, isso é fruto de todo um elenco afiadíssimo que consegue tirar o melhor de suas atuações. Até a maravilhosa ❤ Julia Stiles <3, que só aparece em uns cinco minutos e que certamente sentiu vontade de entrar na competição pra relembrar seus momentos áureos de NO BALANÇO DO AMOR (nunca esqueceremos, Ju).

E eu nem sei o que pensar se a Jenniferzinha não ganhar essa caralha desse oscar, sério. Eu não sei o que serei capaz de fazer, de verdade. E por mais que me doa ter que abdicar da Jessica Chastain nesse ano, é por uma boa causa. VAI QUE É TUA, LAWRENCE ❤

ME DÁ O QUE É MEEEEEU

ME DÁ O QUE É MEEEEEU

NOTA RALZINHO: 9,0

Dierli: 9,0
Felipe ridículo: 6,5
Marcelle Machado: 8,0 (SAI DAQUI, ATRASADA)
Tiago Lipka: 9,0

MÉDIA CLAIRE DANES DO SHITCHAT: 8,3 – Clairezinha morrendo de medo de ser trocada pela J-Law no Shitchat 😦

clayr

2 respostas em “O Lado Bom da Vida

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